Pacientes Portadores de Diabetes: Como devemos proceder em cirurgias orais?

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Pacientes Portadores de Diabetes: Como devemos proceder em cirurgias orais? by Mind Map: Pacientes Portadores de Diabetes: Como devemos proceder em cirurgias orais?

1. Tipos

1.1. Tipo 1

1.1.1. Crônica

1.1.1.1. Não transmissível.

1.1.1.1.1. Hereditária.

1.2. Tipo 2

1.2.1. Ocorre quando o corpo não aproveita de maneira adequada a insulina produzida.

1.2.1.1. Está diretamente relacionada ao sobrepeso, sedentarismo e a hábitos alimentares inadequados.

1.2.1.1.1. 90% dos pacientes diabéticos são do tipo 2.

2. Definição

2.1. `

2.2. Doença crônica, não transmissível, que ocorre quando o pâncreas não produz produz a insulina de maneira suficiente ou, ainda, quando o corpo não consegue mais utilizá - la de forma eficaz. Em casos mais graves (diabetes descompensada) pode levar o paciente até a morte.

3. Sintomas específicos

3.1. Diabetes tipo 1

3.1.1. Vontade frequente de urinar (Poliúria)

3.1.2. Fome excessiva (Polifagia)

3.1.3. Sede excessiva (Polidipsia)

3.1.4. Emagrecimento além do normal

3.1.5. Fraqueza

3.1.6. Fadiga

3.1.7. Nervosismo

3.1.8. Náuseas

3.1.9. Mudanças de Humor

3.2. Diabetes tipo 2

3.2.1. Fome e sede excessiva

3.2.2. Frequentes infecções renais, na bexiga e na pele

3.2.3. Alteração na visão

3.2.4. Feridas que demoram para cicatrizar

3.2.5. Formigamento nas extremidades (mãos e pés)

4. Principais complicações (tipo 1 e 2)

4.1. Neuropatias periféricas

4.2. Patologias renais

4.3. Complicações oftalmológicas

4.4. Doença arterial periférica

5. Como proceder?

5.1. Lenta cicatrização devido a diminuição da vascularização periférica, acarretando na não chegada de células responsáveis pela cicatrização do tecido e células indiferenciadas nessas regiões,

5.2. Lenta cicatrização em pacientes insulino dependentes (tipo 1)

5.3. Para evitar que ocorra complicações, devemos avaliar as taxas de glicemia do paciente antes de cirurgias orais, através de um exame complementar chamado teste de hemoglobina glicada (A1C), que é o mais indicado

5.3.1. Como eu consigo aferir e fazer o controle correto em um período mais longo?

5.3.1.1. Teste de hemoglobina glicada

5.3.1.1.1. é a presença da glicose que nós teremos nos glóbulos vermelhos (na hemoglobina) do sangue, que irá permanecer no organismo durante o período de vida desses eritrócitos, que é de aproximadamente 120 dias. Isso faz com que o profissional dentista tenha uma retrospectiva de pelo menos 120 dias da glicose do paciente.

5.4. Além de exames complementares e bastante atenção durante o atendimento, fazer uma anamnese bem feita e reunir informações sobre a doença: buscar saber o tipo, o tempo de diagnóstico, se há manifestações sistêmicas e orais, histórico de crises hiper e hipoglicêmicas

5.4.1. Atentar - se aos sinais vitais , ao IMC, avaliação dos tecidos moles e ao preenchimento do odontograma e periograma.

5.4.2. Avaliar a hemoglobina glicada de pacientes previamente diagnósticados e encaminhar paciente com suspeita da doença para um médico

5.4.3. Recomenda - de que no dia da consulta o paciente se alimente normalmente e utilize suas medicações

5.4.3.1. As consultas devem ser breves, e realizadas nos primeiros períodos da manhã

5.4.3.1.1. glicosimetria deve ser realizada no inicio do atendimento