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Técnica cirúrgica by Mind Map: Técnica cirúrgica

1. Suturas de INVAGINAÇÃO

1.1. Sutura Lembert, Lembert Contínuo, Lembert Interrompido, Lambert.

1.1.1. Indicação

1.1.1.1. Órgãos ocos (ex.:útero, estômago, rúmen,bexiga).

1.1.2. Vantagem

1.1.2.1. Sutura segura, amplo contato serosa/serosa.

1.1.3. Desvantagem

1.1.3.1. Confecção lenta e trabalhosa.

1.1.4. Grau de contaminação

1.1.4.1. Contaminante e não contaminante

1.2. Sutura Cushing e Cushing Contínuo.

1.2.1. Indicação

1.2.1.1. Órgãos ocos (ex.:útero, estômago, rúmen,bexiga).

1.2.2. Vantagem

1.2.2.1. Amplo contato das serosas

1.2.3. Desvantagem

1.2.3.1. Confecção lenta e trabalhosa, maior gasto de material.

1.2.4. Grau de contaminação

1.2.4.1. Contaminante e não contaminante

1.3. Sutura Bolsa de fumo e Bolsa de tabaco.

1.3.1. Indicação

1.3.1.1. Fixação de cânulas, tubos, cateter e sondas. Trato gastrointestinal, ânus.

1.3.2. Vantagem

1.3.2.1. Mantém aberta passagem de modo temporário

1.3.3. Desvantagem

1.3.3.1. Técnica difícil e é usada de forma temporária.

1.3.4. Grau de contaminação

1.3.4.1. Contaminante

2. Suturas de APOSIÇÃO

2.1. Ponto simples isolado, Ponto simples separado, Sutura interrompida e PSI.

2.1.1. Indicação

2.1.1.1. Emprego cosmopolita, pele, fáscias, músculos, paredes de órgãos, córnea, vasos, tecido subcutâneo e trato gastrointestinal.

2.1.2. Vantagem

2.1.2.1. Ponto estético e tem boa segurança.

2.1.3. Desvantagem

2.1.3.1. Demora na confecção de grandes aberturas, não é muito tensionável e gasta muito material.

2.1.4. Grau de contaminação

2.1.4.1. Contaminante ou não contaminante.

2.2. Ponto simples contínuo e Chuleio.

2.2.1. Indicação

2.2.1.1. Fáscias, músculo, tecido subcutâneo, vasos e trato gastrointestinal.

2.2.2. Vantagem

2.2.2.1. Sutura de rápida e fácil confecção, gasta pouco material.

2.2.3. Desvantagem

2.2.3.1. Não tensionar muito e não exceder 13 centímetros de sutura, segurança baixa (pois um ponto que rompe, compromete toda a sutura).

2.2.4. Grau de contaminação

2.2.4.1. Contaminante ou não contaminante.

2.3. Ponto festonado, Ford, Reverdin e Ancorada de Ford.

2.3.1. Indicação

2.3.1.1. Indicação em tecidos que possui resistência na aproximação dos bordos, suturas longas, hérnia diafragmática, mastectomias radicais e fáscia muscular.

2.3.2. Vantagem

2.3.2.1. Sutura segura pois é empregada uma trava com o fios a cada ponto, versatilidade.

2.3.3. Desvantagem

2.3.3.1. Gasto de material utilizado, e dificuldade na execução da técnica.

2.3.4. Grau de contaminação

2.3.4.1. Contaminante

2.4. Ponto Schimieden, Sutura contínua Schimieden.

2.4.1. Indicação

2.4.1.1. Indicação em órgãos ocos como a bexiga, histerorrafia (útero).

2.4.2. Vantagem

2.4.2.1. Rápida confecção da sutura, menor suceptibilidade ao garroteamento de vasos.

2.4.3. Desvantagem

2.4.3.1. Permanece com o fio na justaposição dos bordos que predispões a inflamações/infecção, além disso deve ser utilizado segundo plano de sutura.

2.4.4. Grau de contaminação

2.4.4.1. Contaminante.

2.5. Ponto Sultan, Cruzado, Sutura interrompida em X.

2.5.1. Indicação

2.5.1.1. Regiões com resistência, músculo, pele, amputação de dígito, amputação de cauda.

2.5.2. Vantagem

2.5.2.1. Sutura com bom tempo de confecção, pouco gasto com materiais, alta segurança e estética.

2.5.3. Desvantagem

2.5.3.1. Não existe desvantagem se utilizados para a sua correta indicação.

2.5.4. Grau de contaminação

2.5.4.1. Contaminante

3. Suturas de EVERSÃO

3.1. Sutura em U vertical e Donatti

3.1.1. Indicação

3.1.1.1. Tecidos sob tensão, pele, subcutâneo, fáscias, músculo, rúmen e tendão.

3.1.2. Vantagem

3.1.2.1. Pode ser utilizado tanto na forma de eversão quanto na forma de neutralização, boa segurança e pode ser utilizado captonado.

3.1.3. Desvantagem

3.1.3.1. Tempo de confecção da sutura, gasto de materiais, difícil técnica e tendência ao estrangulamento.

3.1.4. Grau de contaminação

3.1.4.1. Contaminante

3.2. Sutura em U horizontal, Wolff, U deitado, colchoeiro e ponto de Gillies.

3.2.1. Indicação

3.2.1.1. Pele, subcutâneo, hérnias, fáscias, aponeurose e ferimentos extensos.

3.2.2. Vantagem

3.2.2.1. Pode ser usada em áreas com alta tensão

3.2.3. Desvantagem

3.2.3.1. Técnica difícil, possibilidade de estrangulamento.

3.2.4. Grau de contaminação

3.2.4.1. Contaminante

3.3. Sutura colchoeiro, Barra grega, "U" horizontal contínuo e Wolf contínuo.

3.3.1. Indicação

3.3.1.1. Parede abdominal de bovinos, orelhas, órgãos parenquimatosos.

3.3.2. Vantagem

3.3.2.1. O fio não passa por cima da abertura cirúrgica.

3.3.3. Desvantagem

3.3.3.1. Manter padrão de distância, paralelismo.

3.3.4. Grau de contaminação

3.3.4.1. Contaminante

3.4. Sutura imbricação lateral, Jaquetão e sutura de Mayo.

3.4.1. Indicação

3.4.1.1. hérnias abdominais e umbilicais, cápsula articular.

3.4.2. Vantagem

3.4.2.1. Maior aderência e assim melhor cicatrização.

3.4.3. Desvantagem

3.4.3.1. É necessária sobra de borda e baixa tensão

3.4.4. Grau de contaminação

3.4.4.1. Contaminante

4. Materiais para realizar uma sutura

4.1. Porta agulha

4.2. Pinça anatômica ou Pinça dente de rato

4.3. Fios agulhados

4.4. Tesoura de cirurgia geral

5. Normas para uma boa sutura

5.1. Antissepsia

5.2. Hemostasia adequada

5.3. Abolição de espaços mortos

6. Normas para execuçao de sutura

6.1. Distância regular e segura

6.2. Pontos uniformes

6.3. Nós fora da linha cicatricial

6.4. Fios e padrão corretos

6.5. Tração adequada para prevenir isquemia