PENSAMENTOS DA IDADE MODERNA

Resumos das principais correntes filosóficas do pensamento da idade moderna.

Get Started. It's Free
or sign up with your email address
PENSAMENTOS DA IDADE MODERNA by Mind Map: PENSAMENTOS DA IDADE MODERNA

1. KANT:

1.1. - Immanuel Kant nasceu em Königsberg, na Prússia Oriental, Alemanha, no dia 22 de abril de 1724.;

1.2. O Criticismo foi uma teoria criada por Kant para resolver um impasse criado pelo Dogmatismo e pelo Ceticismo.

1.2.1. Dogmatismo é uma doutrina filosófica que defende a possibilidade de chegarmos ao verdadeiro conhecimento. Já o ceticismo afirma na impossibilidade de chegar ao conhecimento verdadeiro.

1.2.2. Kant apresenta sua teoria chamada criticismo, que seria um meio termo entre o dogmatismo e o ceticismo.

2. Positivismo:

2.1. - Corrente filosófica que surgiu na França, XIX;

2.2. - Defende a ideia de que o conhecimento científico é a única forma de conhecimento verdadeiro;

2.3. - De acordo com os positivistas somente pode-se afirmar que uma teoria é correta se ela foi comprovada através de métodos científicos válidos (experiências científicas);

2.4. - Os positivistas não consideram os conhecimentos ligados às crenças, à superstição ou qualquer outro que não possa ser comprovado cientificamente;

2.5. - O progresso da humanidade depende exclusivamente dos avanços científicos;

2.6. - O Estado exerce papel fundamental no progresso. Cabe a ele a manutenção da ordem social.

3. Empirísmo:

3.1. Concretizado teoricamente, XVII;

3.1.1. É retratado muito antes com ARISTÓTELES, em seus estudos sobre a verdade absoluta;

3.1.1.1. Aristóteles indicava que um meio de se chegar a verdade era através das EXPERIÊNCIAS SENSORIAIS e pelo MÉTODO LÓGICO INDUTIVO.

3.1.2. - Todo conhecimento que importa deve ser possível através de MEDIDA E VERIFICAÇÃO CIENTÍFICA;

3.1.3. - Afirma que toda realidade que se conhece e os conhecimentos adquiridos são advindos da EXPERIÊNCIA SENSORIAL;

3.1.3.1. - Alia-se com as ciências naturais no intuito de avançar nesta área através desta metodologia;

3.1.4. INDUÇÃO parte fundamental do empirismo, mostra que são poucas ideias que podem ser totalmente concluídas e avaliadas quando não se detém FONTES QUE ADVÉM DA EXPERIÊNCIA

3.2. LOCKE:

3.2.1. PAI do empirismo;

3.2.2. Começou seus estudos sobre o empirismo em seu livro “Ensaio acerca do Entendimento Humano” (1690);

3.2.3. Para ele, o indivíduo é um quadro em branco, onde se adicionam informações e conhecimentos conforme ganha experiência, passando, assim, a um ser capaz de gerar ideias e novas opiniões;

3.2.4. O indivíduo é um quadro em branco, onde se adicionam informações e conhecimentos conforme ganha EXPERIÊNCIA, assim, gerando ideias e novas opiniões;

3.2.5. Considera que todos os homens nascem sem conhecimento algum, Locke define os homens como iguais em seu nascimento.

4. Criticismo:

4.1. CRITICISMO acredita na possibilidade do conhecimento, no entanto, questiona sobre esta possibilidade de conhecer;

4.1.1. - Kant propõe o ceticismo, que será a capacidade de chegar, no entanto, ela deve ser questionada, sendo que esse processo se dá pela relação do sujeito com o objeto.

4.2. Essa relação sujeito e objeto como instrumento para chegar ao conhecimento ficou conhecida como Revolução Copernicana de Kant. Lembre-se que Copérnico afirmou que o centro do Universo não seria mais a Terra como era a crença na época, mas sim o Sol e que a Terra gira em torno dele.

4.2.1. Kant ao afirmar que o processo de conhecimento é uma relação entre o sujeito e o objeto e não mais somente do sujeito, causa uma grande revolução no processo de aprendizado.

4.3. - O criticismo de Kant procura dar uma solução ao impasse criado pelo dogmatismo que era a total confiança do sujeito chegar à verdade e o ceticismo pela negação do sujeito de chegar à verdade.

5. Racionalismo:

5.1. - Corrente filosófica (XVII); - RAZÃO como a única fonte confiável de todo o conhecimento; - Não é necessário nada além da razão para que o homem entenda e domine, encontrando o CONHECIMENTO ABSOLUTO, ou a VERDADE, como diz René Descartes.

5.1.1. - Fundamenta-se na ANÁLISE E DEMONSTRAÇÃO a fim de conceber conhecimento a priori, ou seja, que NÃO SÃO INATOS.

5.1.2. - Estes aspecto não demonstra uma negação do conhecimento inato.

5.1.3. - Somente refutam o CONHECIMENTO EMPÍRICO, podendo ser falho se os resultados advém dos sentidos humanos.

5.1.4. - RACIONALISMO, a todo conhecimento atribui-se uma CAUSA e EFEITO. Com uma metodologia de raciocínio pautado na RAZÃO.

5.2. René Descartes:

5.2.1. - Pai da filosofia Moderna, defensor do Racionalismo, considerado o criador.

5.2.2. Defende que NOSSOS SENTIDOS SÃO FALHOS E DUVIDOSOS, entregando uma IMAGEM DISTORCIDA do universo.

5.2.3. Descartes convence-se de que somente com a PURA RAZÃO pode-se compreender e encontrar a verdade.

5.2.4. Separa as IDEIAS em três campos:

5.2.4.1. ADVENTÍCIAS: ideias advindas dos sentidos humanos;

5.2.4.2. FACTÍCIAS: que derivam de nossa imaginação;

5.2.4.3. INATAS: que estão conosco desde o nascimento, sem necessidade de comprovação experimental.

6. Exemplificando os conceitos do empirismo, este nega - e, portanto, não consegue explicar - todos os conhecimentos que não possuem método de validação experimental, tomando por exemplo o instinto animal ou a migração de aves para locais que nunca foram.

7. E agora, é possível ou não chegarmos à verdade?

8. Marxismo:

8.1. Conjunto de ideias filosóficas, econômicas, políticas e sociais elaborado pelos alemães Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895) em meados de 1848;

8.2. Surgem os princípios que fundamentaram o marxismo, também conhecido como “socialismo científico”;

8.3. Após a Segunda Guerra Mundial, algumas dessas ideias foram adotadas na formação da Repúblicas;

8.4. Suas ideais inspiraram várias correntes de pensamento que desejavam mudar as estruturas capitalistas como o anarquismo, o socialismo e o comunismo, entre outros;

8.5. O “socialismo utópico” já teorizava sobre os meios capazes de solucionar a diferença entre os membros do proletariado e da classe burguesa dominante;

8.6. O marxismo inspirou diversas revoluções e governos, como a bolchevique de Vladimir Lenin e Leon Trotsky, na Rússia em 1917;