PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE (PAC)

Get Started. It's Free
or sign up with your email address
PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE (PAC) by Mind Map: PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE (PAC)

1. Infecção pulmonar aguda em um indivíduo previamente saudável adquirida na comunidade.

2. EPIDEMIOLOGIA:

2.1. 156 Milhões casos por ano, OMS;

2.2. 3 Milhões de mortes por ano, Unicef

2.3. Total 2.550.951 internações em indivíduos de 0 a 19 anos, no Brasil.

3. SAZONALIDADE:

3.1. Ocorre durante todo o ano, mas principalmente nos meses mais frios.

4. ETIOLOGIA:

4.1. BACTERIANA:

4.1.1. Streptococcus pneumoniae (+ comum)

4.1.2. Mycoplasma pneumoniae

4.1.3. Chlamydophila pneumoniae

4.1.4. Haemophilus influenzae

4.1.4.1. Tipo B

4.1.4.2. Não tipável e Moraxella catarrhalis

4.2. VIRAL:

4.2.1. Vírus Sincicial Respiratório

4.2.2. Influenza A e B

4.2.3. Metapneumovírus

4.2.4. Parainfluenza 1,2 e 3

4.2.5. Coronavírus

4.2.6. Entre outros...

5. COMPLICAÇÕES:

5.1. Derrame pleural

5.2. Pneumotórax

5.3. Bronquiectasia

5.4. Abcesso Pulmonar

5.5. Atelectasias

5.6. Hemoptise

5.7. Septicemia

6. FATORES DE RISCO:

6.1. Crianças menores de 5 anos, prematuridade e com doenças graves

6.2. Crianças não amamentados

6.3. Desnutrição e deficiência de zinco

6.4. Menor status socioeconômico

6.5. Exposição ao cigarro e poluição

6.6. Imunodeficiências congênitas ou adquiridas

6.7. Condições cardíacas; Displasia broncopulmonar; Diabetes; Fibrose cística; Asma; Doença falciforme; Distúrbios neuromusculares; Distúrbios gastrintestinais.

7. CLÍNICA:

7.1. Sinais e sintomas não específicos

7.2. TRÍADE SINTOMÁTICA PRINCIPAL;

7.2.1. Febre

7.2.2. Dispneia

7.2.3. Tosse

7.2.3.1. Seca ou produtiva

7.3. SINTOMAS INESPECÍFICOS:

7.3.1. Prostração

7.3.2. Vômitos, fezes amolecidas, cefaleia

7.3.3. Desidratação

7.3.4. Meningismo

7.3.5. Dor abdominal

7.3.6. Dor de garganta e otalgia

7.3.6.1. Sinal de pneumonia atípica

7.3.7. Hipoxemia

7.4. Não existe nenhum sinal patognomônico

7.5. AUSCULTA RESPIRATÓRIA

7.5.1. Múrmurio vesicular diminuído no local acometido.

7.5.2. Crepitações finas ou grosseiras e roncos

7.5.3. Sibilos: quadro + frequente em infecção viral

7.5.4. FR: > 20 irpm

7.5.4.1. Os valores da Fr, estão relacionados com a idade do paciente. Quanto maior a idade, maiores os valores

7.6. INSPEÇÃO, PERCUSSÃO e PALPAÇÃO

7.6.1. Utilização de musculatura acessoria

7.6.2. FTV aumentado no local acometido

7.6.3. Percussão maciça no local acometido

7.6.4. Gemido e balanço de cabeça: indica sinal de doença grave

8. DIAGNÓSTICO:

8.1. Anamnese + Exame físico

8.1.1. Método menos invasivo, de fácil acesso e baixo custo.

8.2. Raio-x

8.2.1. Confirmação do diagnóstico, avaliar complicações, tratamento.

8.2.2. Método não invasivo mas expõe o paciente a radiação

8.3. Hemograma

8.4. PCR

8.5. Testes sorólogicos

8.6. Teste de aglutinação de partículas de látex

8.7. Punção aspirativa e o lavado broncoalveolar

9. TRATAMENTO:

9.1. Ambulatorial

9.1.1. Pacientes sem critérios de internação ou critérios de gravidade

9.1.2. VIRAL

9.1.2.1. Oferecer suporte

9.1.2.1.1. Reavaliar paciente de 24 a 72 horas

9.1.3. BACTERIANA

9.1.3.1. Para crianças menores ou maiores de 5 anos

9.1.3.1.1. Amoxicilina 50 mg/Kg/dia de 8/8 horas

9.1.4. ATÍPICA

9.1.4.1. Macrolideos

9.1.4.1.1. Reavaliar de 24 a 72 horas

9.2. Hospitalar

9.2.1. Paciente com critérios de internação

9.2.2. Avaliar as medidas de suporte

9.2.3. Considerar o quadro clínico e a etiologia para a prescrição

9.2.4. Na presença de complicações, tratá-las

10. INDICAÇÃO DE INTERNAÇÃO:

10.1. Idade inferior a 2meses

10.2. Toxemia ou quadro séptico

10.3. Hipoxemia

10.4. Insuficiência respiratória aguda

10.5. Incapacidade de tolerar medicação VO

10.6. Fatores sociais que impedem a reavaliação

10.7. Doenças de base

10.8. Complicações

11. PROFILAXIA:

11.1. Vacinação

11.1.1. Antipneumocócica

11.1.2. Hemophilus influenzae tipo 2

11.2. Medidas higiênicas

11.3. Evitar locais aglomerados

11.4. Promoção do aleitamento materno

11.5. Evitar tabagismo