*VOZ* Portfólio sP6

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1. Manifestações clínicas

1.1. Supraglote

1.1.1. Desenvolvimento silencioso

1.1.2. Provoca desconforto localizado e persistente, ocasionando sensação de corpo estranho na garganta

1.1.3. Pode provocar odinifagia, disfagia e otalgia reflexa, dependendo da extensão

1.1.4. Odinofagia

1.1.5. Otalgia reflexa

1.1.6. Emagrecimento, palidez e insônia podem estar associados

1.2. Glote

1.2.1. Apresentam sintomas de forma precoce

1.2.2. Qualquer menor alteração da mucosa das pregas vocais leva a disfonia

1.2.3. Apresenta disfonia progressiva

1.2.4. O crescimento do tumor comprometerá a mobilidade da prega vocal e sua extensão para a supra e subglote desencadeara outros sintomas

1.2.5. Com evolução da doença pode surgir dispneia, disfagia, otalgia, aumento do volume do pescoço etc

1.3. Infraglote

1.3.1. São relativamente assintomáticos em estágio inicial

1.3.2. Costumam ser diagnosticados em estágio avançado

1.3.3. É comum tosse e dispneia pela redução da luz subglotica

2. MÉTODOS DE COMUNICAÇÃO ORAL DO LARINGECTOMIZADO TOTAL

2.1. FALA TRAQUEOESOFAGICA

2.1.1. O ar pulmonar é exalado da traqueia para o esôfago através de uma pequena prótese de voz de silicone que conecta os dois, e as vibrações são geradas pela faringe inferior

2.1.2. A prótese é inserida no local da punção

2.1.3. Um pequeno tubo, chamado de prótese de voz, é inserido no orifício e impede a fenda de fechar

2.1.4. Após a oclusão do estima, o ar pulmonar expirado se move através da prótese para o esôfago, fazendo com que as paredes e o tipo do esôfago vibrem

2.1.5. Essas vibrações são usadas pela boca para criar os sons da fala

2.2. FALA ESOFAGICA

2.2.1. As vibrações são geradas pelo ar que é expelido a partir do esôfago

2.2.2. O paciente para por um treino onde aprende a introduzir o ar do meio ambiente para dentro do esôfago, retendo-o na sua porção superior e seguida soltando-o em direção a boca para que seja articulado e se transforme nos sons da fala

2.2.3. É o método que gera mais tempo para ser aprendido

2.3. LARINGE ELETRONICA

2.3.1. Neste método as vibrações são geradas por um vibrador externo com bateria

2.3.2. Normalmente é colocado na bochecha ou sob o queixo

2.3.3. Vibra um zumbido que atinge a garganta e a boca do usuário, que então modifica o som usando sua boca para gerar os sons da fala

3. Terapêutica Fonoaudiológica nas laringectomias

3.1. As laringectomias parciais alteram a geometria e arquitetura histológica da glote, gerando deficiência da coaptação glótica.

3.2. O fonoaudiólogo terá o papel de auxiliar o pcte na produção de sua melhor voz e de uma deglutição mais facilitada

3.3. Os procedimentos realizados pela FONO iniciam-se com

3.3.1. Orientação pré-operatória

3.3.2. Orientação e avaliação pós-operatória

3.3.3. Analisa o sistema sensório motor oral, mastigação, deglutição, voz e articulação

3.4. Os principais impactos funcionais causados pela laringectomia parcial vertical

3.4.1. Voz soprosa

3.4.2. Fraca intensidade

3.4.3. Dificuldade de sonorização

3.4.4. Diminuição do tempo máximo fonatório

3.4.5. Aspiração na deglutição

3.5. Para a reabilitação indica-se fonoterapia agressiva

3.6. Exercícios ministrados utilizam

3.6.1. Forças de oclusão do trato vocal

3.6.2. Hipertonicidade da musculatura paralaríngea

3.6.3. Auxílio da movimentação dos membros superiores na tentativa de reduzir o espaço laríngeo criado

3.7. Para a reabilitação utiliza-se

3.7.1. Técnicas de favorecimento de coaptação das pregas vocais (empuxe)

3.7.2. Escalas musicais

3.7.3. Sobrearticulação

3.7.4. Técnicas de ressonância com sons de apoio nasais

3.7.5. Método mastigatório

3.7.6. Sons vibrantes

4. Aspectos gerais

4.1. É uma neoformação tissular de caráter maligno na mucosa laríngea que invade e destrói outros tecidos.

4.2. Pode se classificar em

4.2.1. Primário

4.2.1.1. Pode se difundir pela penetração direta no tecido vizinho, havendo o perigo de após ser retirado rescindir perto do local original.

4.2.2. Secundário

4.2.2.1. Surge a partir do envolvimento das glândulas linfáticas, o que pode levar ao comprometimento do restante do organismo, por meio de metástases linfáticas, ocorrendo apenas quando houver uma invasão considerável da laringe.

4.3. O começo do câncer geralmente é insidioso e lento, podendo ser longo e silencioso

4.3.1. Ocorre, geralmente, em homens acima de 40 anos de idade

4.3.1.1. É um dos mais comuns entre os cânceres de cabeça e pescoço.

4.4. Etiologia

4.4.1. Hereditários, tabagismo e etilismo

4.5. Fatores de risco

4.5.1. Tabagismo + Etilismo e/ou Deficiência de vitaminas A e C.

4.6. Sintomas

4.6.1. Rouquidão intensa e constante, sem causa aparente

4.6.2. Disfagia

4.6.3. Dispneia

4.6.4. Odinofagia

4.6.5. Otalgia reflexa

4.6.6. Emagrecimento, palidez e insônia podem estar associados

4.7. Diagnóstico

4.7.1. Não há um único exame que possa diagnosticar o câncer com precisão

4.7.2. São necessários muitos exames para determinar se a pessoa tem câncer ou se outra condição que pode ter sintomas parecidos com os sintomas do câncer

4.7.3. Os procedimentos podem incluir

4.7.3.1. Exames de imagem

4.7.3.2. Exames laboratoriais

4.7.3.3. Biopsia do tumor

4.7.3.4. Exame endoscopico

4.7.3.5. Teste genético

4.7.3.6. Cirurgia

5. Laringectomia

5.1. Tratamento cirúrgico do CA que constitui a retirada da Laringe

5.1.1. Pode ser

5.1.1.1. Parcial

5.1.1.1.1. Costuma implicar em alterações na produção vocal e/ou em dificuldades na deglutição

5.1.1.2. Total

5.1.1.2.1. Há a perda completa da voz e o indivíduo passa a respirar definitivamente pelo traqueostoma

5.1.2. Diferenciando-se em

5.1.2.1. Vertical

5.1.2.1.1. Envolvem uma série de cirurgias que vão desde a remoção de uma prega vocal, como as cordectomias, até ressecções maiores, como as hemilaringectomias ou Laringectomia a fronto-lateral

5.1.2.1.2. As alterações vocais nas Laringectomias verticais incluem

5.1.2.2. Horizontal

5.1.2.2.1. Neste topo de cirurgia há a remoção da epiglote e pregas ariepiglóticas e vestibulares, restando apenas as pregas vocais como único mecanismo protetor laríngeo a deglutição